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  • Segurança do Viajante Corporativo: O Que a Empresa Precisa Garantir

    Segurança do Viajante Corporativo: O Que a Empresa Precisa Garantir

    A responsabilidade da empresa com quem viaja a trabalho

    Quando um colaborador viaja a serviço da empresa, a responsabilidade pelo seu bem-estar não termina no embarque. A empresa tem obrigações — legais e éticas — com quem está representando a organização fora do escritório.

    Em situações de emergência, a empresa precisa saber onde o colaborador está, como entrar em contato e quais recursos estão disponíveis para apoiá-lo. Sem essas informações organizadas, uma emergência vira uma crise.

    O que um programa de segurança do viajante corporativo cobre

    Seguro viagem corporativo

    O seguro viagem é o elemento mais básico. Para viagens nacionais, cobre assistência médica, cancelamento de voo e bagagem. Para internacionais, inclui cobertura médica com valores mais altos, repatriação e assistência jurídica.

    O erro mais comum é contratar seguro com cobertura insuficiente para o destino ou para o perfil de risco da viagem. Uma reunião de negócios em São Paulo tem perfil diferente de uma visita a campo em uma região remota.

    Rastreabilidade do itinerário

    A empresa precisa saber, a qualquer momento, onde está cada colaborador em viagem de trabalho. Isso não é vigilância — é uma medida de segurança. Em caso de emergência (acidente, desastre natural, instabilidade política), a empresa precisa ser capaz de localizar e contatar os viajantes afetados.

    Plataformas de gestão de viagens que centralizam todos os itinerários permitem essa rastreabilidade de forma automática. O gestor sabe quem está em qual cidade, em qual hotel, com qual voo de retorno — sem precisar ligar para cada colaborador.

    Protocolo de emergência claro

    O colaborador em viagem precisa saber: quem ligar em caso de problema, qual é o número de assistência do seguro, como solicitar suporte da empresa. Essas informações precisam estar acessíveis — não em um documento no computador do escritório, mas em algo que o colaborador tenha disponível enquanto está viajando.

    Análise de risco por destino

    Antes de enviar colaboradores para destinos com algum nível de risco (instabilidade política, condições climáticas adversas, alto índice de criminalidade), a empresa deve ter um processo de avaliação. Para a maioria das viagens domésticas de rotina, isso é simples. Para viagens internacionais, especialmente para destinos menos convencionais, pode requerer um briefing específico.

    Seguro de viagem: o que avaliar

    • Cobertura médica: qual é o limite? Inclui internação? Cobre doenças preexistentes?
    • Cobertura de cancelamento: em que condições o reembolso é válido?
    • Assistência 24h: há um número de contato disponível a qualquer hora?
    • Cobertura geográfica: o seguro cobre o destino específico da viagem?
    • Repatriação: para viagens internacionais, está incluída?

    Responsabilidade legal da empresa com viajantes

    No Brasil, a legislação trabalhista prevê responsabilidade do empregador sobre acidentes ocorridos durante a jornada de trabalho — incluindo deslocamentos a serviço. Viagens de trabalho se enquadram nessa categoria.

    Isso significa que um acidente durante uma viagem corporativa pode gerar responsabilidade para a empresa. Ter protocolos de segurança documentados e seguros adequados não é apenas boa prática: é uma forma de gestão de risco. [Recomenda-se consulta jurídica para análise específica]

    Como a Getfly contribui para a segurança do viajante

    A plataforma da Getfly centraliza todos os itinerários de viagem — passagens, hospedagens, transporte e seguros — em um único painel. O gestor tem acesso em tempo real à situação de cada colaborador em viagem, incluindo o histórico de pedidos e os dados de contato registrados na plataforma. A inclusão de seguro viagem no fluxo de compra garante que a cobertura seja adquirida junto com o restante do itinerário.

    Acesse Getfly.app para saber mais.

    FAQ

    A empresa é responsável pelo viajante corporativo em caso de acidente?

    Sim. Acidentes ocorridos durante viagens a serviço da empresa podem ser enquadrados como acidente de trabalho pela legislação brasileira. Seguros adequados e protocolos de segurança reduzem a exposição da empresa. [Recomenda-se consulta jurídica específica]

    Seguro viagem é obrigatório para colaboradores em viagem corporativa?

    Para viagens internacionais, alguns países exigem seguro saúde com cobertura mínima como condição de entrada. Para viagens domésticas, não há obrigação legal, mas o seguro é fortemente recomendado por questões de gestão de risco. [Verificar legislação atualizada]

    Como saber onde estão os colaboradores em viagem de trabalho?

    A forma mais eficiente é centralizar todos os itinerários em uma plataforma de gestão de viagens. Com todos os voos, hospedagens e transportes registrados em um único sistema, o gestor tem visibilidade completa em tempo real.

    O que incluir no kit de segurança para viajantes corporativos?

    Número de assistência do seguro, contato de emergência na empresa, itinerário completo da viagem, informações sobre cobertura do seguro e protocolo a seguir em caso de emergência. Essas informações devem estar acessíveis no celular do colaborador, não apenas em documentos no escritório.

    Sugestão de links internos futuros: gestão de viagens corporativas, hospedagem corporativa, política de viagens corporativas, compliance em viagens corporativas.

  • Viagens Corporativas em 2026: O Que Mudou e O Que Esperar

    Viagens Corporativas em 2026: O Que Mudou e O Que Esperar

    O que está diferente em 2026

    O mercado de viagens corporativas voltou ao volume pré-pandemia — e voltou com uma pressão adicional: as empresas querem mais controle sobre os gastos e menos burocracia para os viajantes. Essas duas demandas, que antes pareciam contraditórias, estão sendo resolvidas pela tecnologia.

    Três movimentos estão redefinindo como as empresas viajam hoje.

    IA no centro do processo de compra

    A inteligência artificial saiu das apresentações de conferência e chegou ao fluxo de compra de passagens. Plataformas com IA conversacional permitem que o colaborador descreva o que precisa em linguagem natural e receba opções em segundos — sem formulários de busca, sem múltiplas abas abertas, sem a complexidade dos sistemas tradicionais.

    A mudança não é apenas de velocidade. É de experiência. Um colaborador que usa uma plataforma com interface de chat aprende a usá-la em minutos. O mesmo colaborador pode levar horas para dominar um sistema de reservas tradicional — e frequentemente desiste e usa o cartão pessoal.

    A adoção da plataforma — sempre um desafio para o gestor — melhora significativamente quando a interface é familiar.

    Milhas corporativas: do nicho para o mainstream

    O uso de milhas para emissão de passagens sempre foi possível no ambiente corporativo, mas ficou restrito a quem tinha tempo e expertise para operar manualmente. Em 2026, plataformas que integram emissão por milhas no fluxo corporativo tornam esse processo acessível para qualquer empresa — sem a necessidade de um especialista em programas de fidelidade.

    O impacto é mais significativo exatamente onde a empresa mais sofre: nas compras de última hora. Enquanto a tarifa de balcão pode triplicar nos dias que antecedem um voo, a emissão por milhas mantém um custo mais estável — gerando economia de até 50% em situações de urgência.

    Essa é uma oportunidade que os concorrentes B2B tradicionais ainda não exploram de forma direta. As empresas que adotam essa modalidade agora têm uma vantagem de custo que pode demorar anos para os concorrentes replicar.

    Pressão por orçamento cria demanda por dados melhores

    Com CFOs e diretores financeiros sob pressão crescente para reduzir custos operacionais, viagens corporativas deixaram de ser um centro de custo ignorado e passaram a ser uma área de análise ativa.

    O que antes era tratado como despesa necessária e incontrolável agora tem KPIs definidos: gasto médio por viagem, antecedência média de compra, percentual de viagens dentro da política, custo por destino. Empresas que não têm esses dados estão gerenciando às cegas.

    A demanda por plataformas com dashboards em tempo real cresceu diretamente dessa pressão por accountability. O financeiro não aceita mais relatórios de viagem que chegam no fim do mês. Quer ver os números agora.

    Self-booking em expansão

    O modelo em que um comprador central faz todas as reservas da empresa está dando lugar ao self-booking: o próprio colaborador compra sua viagem dentro dos limites da política, sem depender de um intermediário.

    Isso reduz o gargalo operacional e aumenta a agilidade — o colaborador que precisa de um voo urgente não precisa esperar que um comprador processe a solicitação. A plataforma garante a conformidade com a política de forma automática.

    Para o modelo funcionar, a interface precisa ser simples o suficiente para qualquer colaborador usar — não apenas os frequentes. Interfaces conversacionais com IA reduzem a curva de aprendizado ao mínimo.

    Modelo de assinatura por empresa versus por usuário

    Uma mudança de modelo de negócio que está ganhando espaço: plataformas com cobrança por empresa (mensalidade fixa) em vez de cobrança por usuário. Para organizações com centenas de colaboradores mas poucos viajantes frequentes, o modelo por usuário pode gerar um custo fixo alto sem proporcionalidade de uso.

    O modelo por empresa tem custo previsível e não penaliza o crescimento da equipe. Quanto mais o headcount da empresa cresce, mais a vantagem do modelo fixo se acentua.

    O que as empresas mais eficientes já fazem diferente

    • Centralizam todas as compras de viagem em uma única plataforma — sem exceções
    • Usam emissão por milhas nos voos de urgência, onde o impacto de custo é maior
    • Têm dashboards com dados em tempo real, não apenas relatórios retroativos
    • Implementaram self-booking com aprovação automática para compras dentro da política
    • Medem antecedência média de compra como KPI de gestão, não apenas custo total

    A Getfly nesse contexto

    A Getfly foi construída para esse momento: IA conversacional como interface principal, emissão por milhas integrada ao fluxo corporativo, cobertura de aéreo + hotel + carro + seguro, dashboard em tempo real e modelo de assinatura fixo por empresa — R$ 500 por mês, sem custo por usuário. É uma plataforma desenhada para as tendências que já estão acontecendo, não para o mercado de 2019.

    Conheça em Getfly.app.

    FAQ

    O que está mudando nas viagens corporativas em 2026?

    Três movimentos principais: adoção de IA no processo de compra, uso de milhas corporativas para redução de custo (especialmente em urgências) e pressão por dados em tempo real para gestão financeira de viagens. As empresas mais eficientes já implementaram os três.

    Viagens corporativas vão diminuir com o home office?

    O volume de viagens corporativas voltou aos patamares pré-pandemia e continua crescendo. Home office mudou a frequência de algumas reuniões internas, mas não substituiu viagens para clientes, eventos e treinamentos presenciais.

    Qual é a maior tendência em travel tech para empresas em 2026?

    IA conversacional no processo de reserva e integração de emissão por milhas no fluxo corporativo são as inovações com maior impacto prático. A segunda especificamente representa um oceano azul: nenhum dos grandes players B2B do mercado explora essa modalidade de forma direta.

    Como uma empresa pode se preparar para as mudanças em viagens corporativas?

    Três passos: centralizar as compras em uma plataforma que entregue dados em tempo real, revisar a política de viagens para incluir emissão por milhas como modalidade válida, e medir KPIs de gestão de viagens além do custo total — como antecedência média de compra e percentual de conformidade com a política.

    Sugestão de links internos futuros: milhas corporativas, gestão de viagens corporativas, plataforma de gestão de viagens, passagens aéreas corporativas.